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Tecnologia de Ozônio deixa água mais cristalina no Aquário de Paranaguá

Águas, Aquários, Cases de Sucesso

Mais um case de sucesso da O3R

Água do aquário ANTES e DEPOIS do tratamento com Ozônio

O Aquário de Paranaguá, localizado no litoral do Paraná, é um empreendimento para visitação que expõe aproximadamente 200 espécies, divididas em 23 tanques de água doce e salgada. Pinguins, raias, tubarões, recifes de coral, manguezal e outras representações aquáticas fazem parte do acervo do aquário.

Da qualidade da água depende muito a vida no aquário, que pode ser considerado um universo, cujo equilíbrio ecológico é fundamental para proporcionar a sobrevivência dos peixes e a água clorada não é muito bem aceita pelos habitantes dos aquários. Como parte do tratamento da água, o Aquário de Paranaguá utiliza a tecnologia de ozônio, um agente oxidante capaz de oxidar o material orgânico gerado pelos peixes e controlar a carga microbiana, com a grande vantagem de não deixar resíduo.

Os animais ganham muito com a tecnologia, pois ficam em um ambiente mais saudável para o seu crescimento e desenvolvimento. Para o público, o benefício direto do ozônio é a melhoria da transparência da água, proporcionando mais proximidade da vida aquática. O biólogo responsável pelo aquário, Igor Izo, relatou que a diferença é significativa após a instalação do sistema de ozônio: “ a água que antes apresentava um tom esverdeado ficou mais transparente”, afirmou Igor.

” Acabei de entrar no tanque para alimentar os animais e tirei estas fotos  e só agora olhando e comparando fotos de alguns meses atrás,  dá para perceber que é extremamente nítida a diferença em um tão curto espaço de tempo, fora a transparência obtida ainda há uma diferença satisfatória nos parâmetros da água (ph, amônia e nitrito). Excelente aparelho, estão de parabéns pelo trabalho. Espero que possamos implantar este equipamento em outro recintos ou ate mesmo na cisterna de armazenamento,” relatou Igor para a equipe da O3R.

Nos aquários, o uso ozônio apresenta as seguintes vantagens:

  • Não deixa resíduos: o ozônio dissolvido na água decompõe-se rapidamente a oxigênio, que é uma grande vantagem nos aquários.
  • Oxida as cloraminas: o ozônio elimina os efeitos maléficos do cloro colocado na água de abastecimento pública.
  • Torna a água límpida e transparente, além de eliminar qualquer odor desagradável.
  • Converte nitritos em nitratos: devido a capacidade oxidante, o ozônio quebra subprodutos dos peixes que são prejudiciais ao aquário. Em aquários de água salgada a amônia é oxidada para uma forma menos tóxica – nitrito e depois nitrato.
  • Ajuda a manter o pH da água: devido todas as ações já mencionadas, o ozônio auxilia o controle do pH. A maioria dos peixes de aquário preferem pH 6.6 a 7.2, e o uso ozônio facilita a obtenção desse pH.
  • Baixo custo de operação: o consumo de energia é baixo, equivale a aproximadamente 4 lâmpadas de 100W.

É importante dimensionar corretamente o sistema de ozônio para o aquário. Uma dose excessiva pode prejudicar a vida no aquário, portanto é preciso ter controle exato da dose que se utiliza e da forma de aplicação. A quantidade ideal de ozônio varia de aquário para aquário e depende uma série de fatores: o volume de água a ser tratado, as espécies do aquário, o fluxo de água, a biomassa existente a densidade de peixes, o tipo e a qualidade da alimentação (ração) o tipo de filtragem biológica e os equipamentos adicionais em uso.

 

Água do aquário ANTES do tratamento com O3 (Foto: Igor Izo)

Água do aquário DEPOIS do tratamento com O3 (Foto: Igor Izo)

Sistema de Ozônio O3R

 

Deixe um comentário:

  1. Magnífico.

    É uma lastima a coisa política não perceber.

    O Ozônio seria a salvação do SUS.

    Por Marco BONILHA - 9 de setembro de 2014
  2. Parabéns pelo trabalho, ficou muito bom! Sou fã do ozônio e trabalho com ele nos purificadores, e gostaria muito de me aprofundar no assunto p tanques de piscicultura e para Eta, se vcs tiverem algum treinamento p disponibilisar gostaria de fazer.

    Aguardo

    Wagner Martins

    Por Wagner Martins - 10 de setembro de 2014